A saída da promotora Cláudia Cabral da Promotoria do Meio Ambiente de João Pessoa foi recebida com certo alívio por setores da construção civil da capital.
Diligente, Cláudia esteve à frente, nos últimos anos, de temas sensíveis relacionados à preservação ambiental e ao ordenamento urbano da cidade. Entre eles, a fiscalização do cumprimento da Lei do Gabarito na orla de João Pessoa, além das discussões envolvendo o despejo de esgoto nas praias da capital.
Em diversas ocasiões, a promotora confrontou interesses de empreendimentos e setores da construção civil acusados de desrespeitar normas urbanísticas e ambientais.
Nos bastidores, sua saída da Promotoria do Meio Ambiente é vista por alguns empresários como um sinal de alívio. Não porque o novo titular da função venha a ser complacente com eventuais irregularidades, mas pela atuação firme que Cláudia exerceu ao longo dos últimos anos na fiscalização de possíveis descumprimentos da legislação.
É importante destacar, porém, que Cláudia Cabral não deixou o Ministério Público da Paraíba. Ela atuava na Promotoria do Meio Ambiente de João Pessoa em substituição ao titular da função. Recentemente, após edital de remoção, o cargo passou a ser ocupado pelo promotor Francisco Bergson Formiga.
Cláudia permanece no Ministério Público e segue exercendo a função de coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) do Meio Ambiente.
Mas a pergunta que não quer calar é: por que ela saiu?
Com informações do Blog Maurilio Jr

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