Artilheiro do Campeonato Paraibano, mesmo sendo meio campista, com sete gols marcados, além de ter balançado as redes uma vez pela Copa do Nordeste e três na Copa do Brasil, Clayton é o grande destaque do Botafogo-PB em 2019.

Mas a boa fase tem seu preço, como tudo na vida. Dentro de campo, o camisa 7 do Belo vem sofrendo com o grande número de faltas durante as partidas. Contra o Ferroviário-CE, no último domingo (28), na estreia pela Série C, só o treinador Evaristo Piza contabilizou mais de onze chegadas mais fortes em seu jogador.

Na final do estadual, especialmente no primeiro jogo contra o Campinense, o meio campo da Raposa revezava faltas no jogador botafoguense nitidamente, tentando fazer com que o temperamento forte lhe rendesse um cartão amarelo por reclamação, o que o tiraria do segundo jogo da decisão, mas não deu certo. Contra o time cearense, a punição para Clayton veio, e deixou o técnico na bronca.

– Só Clayton recebeu mais de 11 faltas e nenhum cartão foi dado para os jogadores do Ferroviário. Quando Clayton foi reclamar, quem foi punido com o amarelo foi ele – reclamou Piza, esquecendo que Leanderson recebeu cartão amarelo ainda no primeiro tempo.

Não por acaso, Clayton sentiu a perseguição dentro de campo, inclusive da arbitragem. Mas para o meia, o que aconteceu fica no passado, e o importante é se recuperar na próxima rodada, quando o Botafogo-PB visita o Sampaio Corrêa, em São Luís, às 17h de sábado (04). Ele também deixou um alerta para que o time consiga superar os adversários que vai enfrentar pela sequência do torneio.


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